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Em 2006 comecei a pesquisar o que era essa tal de fotografia alternativa. Na época, somente um punhado de pessoas sabia do que se tratava, e um número menor ainda se aventurava em fazer alguma coisa.
Passados 12 anos o panorama mudou bastante. Agora existem grupos mais ou menos organizados que se dedicam a divulgar os processos históricos. Pessoas que entendem que esses conhecimentos não devem ser esquecidos e que realmente têm um trabalho sério, e  outras que “estão na onda”, mas que logo migrarão para o novo “trend” (odeio essa palavra).
A quantidade de interessados cresceu e a oferta de cursos e oficinas, também (Adam Smith é implacável). Porém há que se ter  cuidado para não jogar dinheiro pela janela. Se você quer aprender a primeira coisa é saber quem vai te orientar. Tem história? Mostra o que faz? Estuda? Dá suporte depois?

2006. Meu primeiro papel salgado bem sucedido. (Ainda com as marcações do fotolito)

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Acabou de chegarmnl

-É complicado?

-Quase sempre. Inglês vitoriano, expressões fora de uso e referências de época que precisam ser pesquisadas para não ser vítima da maldição do “traduttore, traditore”.

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É suficiente dizer que as pranchas deste trabalho foram obtidas pela mera ação da Luz sobre papel sensível. Foram formadas ou esboçadas somente por meio ótico e químico, e sem qualquer ajuda de alguém treinado na arte do desenho. Assim, desnecessário dizer que elas diferem em todos os aspectos, e tão amplamente possível em sua origem, das pranchas de tipo comum que devem sua existência às habilidades combinadas do Artista e do Gravador.

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Da primeira tiragem de 100, só restam 19.

Depois de muito tempo trancado em uma gaveta, finalmente saiu. Manual de Cianotipia e Papel Salgado, em português. Pré-vendas, aqui.

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