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 KIT PINHOLE do Lab Clube.

Química Completa.

Papel fotográfico em 3 opções de tamanho e quantidade: 10 folhas, 20 folhas ou com 30 folhas nos tamanhos 6cmX10cm, 10cmX12cm e 20cmX25cm.

Nenhuma descrição de foto disponível.

Apesar das várias fontes disponíveis, parece que os digitais, que estão descobrindo a fotografia química, não conseguem sair da trinca Dektol / D76 / Parodinal.
Então, para facilitar segue o link para o Kodak Chemicals and Formulae, publicado pela Kodak, em 1949 (3ªedição). É bom lembrar que alguns dos compostos usados levam o nome comercial dado pela empresa, mas com um pouco de pesquisa se consegue saber qual é o “genérico”.
Só um lembrete. Antes de sair misturando, leiam com atenção para não desperdiçar material e nem jogar dinheiro pelo ralo.
Bom divertimento!

Negativos de papel já foram dominantes na fotografia por conta do processo da calotipia, criado por Talbot.

Atualmente com a dificuldade cada vez maior de se conseguir filmes fotográficos para câmeras de grande formato, ou se for um arquivo digital, encontrar uma gráfica que ainda faça fotolitos, os negativos de papel podem voltar a ser uma opção. (Trabalhosa, admito, mas viável)
O grande problema com esses negativos é a textura do papel que, dependendo da gramatura, pode ser percebida nas cópias positivas.

Esse efeito pode ser atenuado encerando o papel que vai ser utilizado para o negativo, antes de se fazer a foto (Le Gray) ou depois do negativo pronto (Talbot). Isso torna o papel translúcido facilitando a transmissão da luz e diminuindo os tempos para se obter a cópia e minimiza o efeito da textura do papel na imagem final. Esse expediente sempre foi feito de forma individual por cada fotógrafo, com cera de abelha e qualquer tipo de óleo que se estivesse disponível.

 Porém na história da fotografia existe George Eastman que, como bom empreendedor, engarrafou e vendeu. O nome do produto era TRANSLUCINE. Consegui descobrir que era uma mistura de glicerina e óleo de rícino, porém como e em quais proporções, ainda resta encontrar.

Página do catálogo da The Eastman Dry Plate and Film Company – 1886.

Mais um livro, em português, abordando processos fotográficos históricos.

Alex Gimenes e Renan Nakano acabam de publicar, pela editora Diafragma 8, o livro Fotografia do Séc XIX:  Ambrotipia e Ferrotipia.

Uma excelente notícia para quem quer conhecer um pouco mais da história da fotografia e, quem sabe, se aventurar a fazer imagens únicas.

Puxando um pouca a brasa. O prefácio é meu.

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto

A história da fotografia tem processos que são verdadeiras vedetes, porém nem só de vedetes foi feita.
Pesquisadores, tanto os sérios quanto os loucos de todo o gênero, descobriram e testaram uma enorme quantidade de “processos geniais” que jamais alcançaram o mercado.

Um exemplo é o uso de glútem como substituto do albumem e do colódio.
Em 1853, na cidade de Florença, então capital do Grão-Ducado da Toscana (o processo de unificação da Itália ainda estava em curso), um farmacêutico de nome Luigi Brucalassi, publica um libreto intitulado “Applicazione del Glutine alla Fotografia“, descrevendo o seu processo fotográfico que usa o o glútem como veículo de suspensão para haletos de prata. O curioso é que ao falar sobre a fixação da imagem, ele descarta o uso do tiossulfato de sódio (hipossulfito, para os íntimos), alegando ser muito energético e indicando o uso de uma solução de iodeto ou brometo de potássio (???)
Testar?… Um dia… Talvez.

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