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A história da fotografia tem processos que são verdadeiras vedetes, porém nem só de vedetes foi feita.
Pesquisadores, tanto os sérios quanto os loucos de todo o gênero, descobriram e testaram uma enorme quantidade de “processos geniais” que jamais alcançaram o mercado.

Um exemplo é o uso de glútem como substituto do albumem e do colódio.
Em 1853, na cidade de Florença, então capital do Grão-Ducado da Toscana (o processo de unificação da Itália ainda estava em curso), um farmacêutico de nome Luigi Brucalassi, publica um libreto intitulado “Applicazione del Glutine alla Fotografia“, descrevendo o seu processo fotográfico que usa o o glútem como veículo de suspensão para haletos de prata. O curioso é que ao falar sobre a fixação da imagem, ele descarta o uso do tiossulfato de sódio (hipossulfito, para os íntimos), alegando ser muito energético e indicando o uso de uma solução de iodeto ou brometo de potássio (???)
Testar?… Um dia… Talvez.

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Le Daguerreotype foi a câmera projetada pelo próprio Daguerre, que licenciou sua produção a Alphonse Giroux, seu cunhado, a aos irmãos Susse.
As câmeras de Giroux são consideradas como sendo as primeiras câmeras produzidas em série, disponíveis tanto no mercado francês quanto exportadas.
Apesar de haverem sido projetadas especificamente para os daguerreótipos, também podem ser usadas para a execução de calotipias bastando, para tanto, uma pequena adaptação no chassis de exposição para manter o papel sensibilizado em posição.

Esta réplica foi feita por um amigo de Juiz de Fora, José Geraldo, que também faz chassis de exposição. Quem quiser mais informações é só fazer contato via facebook.

 

Um excelente tutorial do Lab Clube.
Conhecimento é para ser partilhado.

Como harmonizar dois processos fundamentalmente antagônicos de forma controlada. Os resultados podem ser surpreendentes

Cianotipia + van Dyke.  Edson Freitas

Cianotipia + van Dyke. Cláudia Elias

-É complicado?

-Quase sempre. Inglês vitoriano, expressões fora de uso e referências de época que precisam ser pesquisadas para não ser vítima da maldição do “traduttore, traditore”.

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É suficiente dizer que as pranchas deste trabalho foram obtidas pela mera ação da Luz sobre papel sensível. Foram formadas ou esboçadas somente por meio ótico e químico, e sem qualquer ajuda de alguém treinado na arte do desenho. Assim, desnecessário dizer que elas diferem em todos os aspectos, e tão amplamente possível em sua origem, das pranchas de tipo comum que devem sua existência às habilidades combinadas do Artista e do Gravador.

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Dezembro não é mês para postagens (isso também vale para janeiro, fevereiro e junho). Natal, reveillon, férias. Tudo conspirando contra.
Mas como a teimosia é bem maior, segue o bonde.

Gelatina de prata ( iodeto) acidentalmente exposta por não mais do que 2 segundos. Isso aconteceu em outubro. Hoje fui fazer algumas cópias combinado gelatina de iodeto de prata com a de cloreto. E o resultado foi um completo desastre. Os papeis preparados logo no primeiro contato com o revelador já se mostraram totalmente velados.
Para não dizer que tudo foi perdido, tem papel para lumem.

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