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Fazer uma imagem, por qualquer que o processo alternativo de impressão, sempre traz em si o potencial para um erro. Algumas vezes, esse erro pode ser bem aproveitado conferindo ao trabalho alguma característica estética que o diferencie.
Porém, erros positivos não acontecem com a frequência que se imagina. Na esmagadora maioria das vezes, o erro só leva ao desperdício de tempo e dinheiro. (Isso mesmo! Papeis e química desperdiçados são dinheiro jogado fora.)
Escolher um papel que tenha reserva alcalina para uma cianotipia é um erro. Imaginar que os 35 gramas indicados na fórmula podem ser 40 ou 30, é um erro. Escolher um negativo com pouco contraste para um processo que peça negativos duros, é também um erro.
Não estou dizendo que experimentar seja errado. Experiências são o que fazem as coisas evoluírem. Porém isso deve ser feito sabendo-se que é uma experiência e não querer que se obtenha o mesmo resultado do processo consagrado.

Quanto mais conhecimento sobre um processo, seja ele qual for, se tenha maiores são as chances de controle e menores são as variáveis que podem levar a um erro. Então para ajudar um pouco mais, veja aqui, e se quiser baixe para o Photoshop, as curvas que representam os tons necessários para que um negativo digital  possa ser usado em alguns dos processos mais comuns.
Note bem! Essas curvas não são uma regra e nem são obrigatórias. Elas somente são uma forma de regularizar os tons do negativo dentro de uma média ideal para tal  e qual processo. No final de tudo é você que decide o que vai fazer.

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O título desse post é justamente o que é sugerido. Em tempos de digital não há por que não se usar  essa ferramenta.

Já foi dito em outros posts que os negativos que se utilizam para a execução das cópias com os processos alternativos devem ser do mesmo tamanho da imagem final desejada.

Então segue aqui um pequeno passo-a-passo para a obtenção de um negativo adequado para uma cianotipia.

A partir do arquivo digital original, a primeira etapa é conversão da imagem para uma escala de cinza, (em bom português, preto e branco). Nesse novo arquivo p&b são feitos os ajustes de brilho e contraste julgados necessários.

Feito isso a imagem p&b deve ser transformada em uma imagem negativa. (Fácil. Dois ou três cliques no mouse). No entanto isso pode ser um pouco mais refinado para que seja obtido um melhor resultado.

Cada processo alternativo tem sua própria característica. Um negativo trabalhado para cianotipia não renderá o mesmo resultado se utilizado para goma dicromatada ou platinotipia, assim, são necessários pequenos ajustes no negativo para que esse possa ser utilizado com eficiência de acordo com o processo escolhido.

Esses ajustes são, em sua maioria, relacionados com a densidade do negativo. Vale aqui lembrar que estamos falando de processos extremamente lentos para os padrões atuais da fotografia e mais, que não trabalhamos com luz branca e sim com UV. Assim, esses ajustes vão sendo feitos caso a caso.

No entanto existe uma forma de padronizar esses ajustes por meio da aplicação de parametros médios para cada processo. (No Photoshop – curvas).

Abaixo a sequência, da imagem original até a aplicação da curva média para cianotipia.

Imagem original

Imagem original

Conversão para p&b e ajustes

Conversão para p&b e ajustes

Negativo p&b

Negativo p&b

Negativo com aplicação de curva específica para cianotipia

Negativo com aplicação de curva específica para cianotipia

Note a diferença entre os dois negativos.

Para baixar a curva do negativo para cianotipia e também para outros processos, visite o site www.alternativephotography.com