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Saber a quantidade de cada reagente dessa ou daquela fórmula pode ser o suficiente para a maioria das pessoas, porém se você quiser realmente saber o que acontece e porque acontece vai ter que ir um pouco além.
Os amigos do LAB Clube e a professora de química da UFJF, Bárbara Almeida, começam responder o que você quer saber, mas nunca encontrou a quem perguntar.

Qual a diferença entre o citrato verde o o citrato marrom?

Mais diferenças entre o citrato verde e o marrom.

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Mais uma vez o Lab Clube mostra porque é um dos melhores.

Qual a diferença entre as duas versões do citrato férrico amoniacal? O verde é o melhor? Ou será o marrom.
Bárbara Almeida, doutora em química pela UFJF, explica.

Agora ficou mais fácil conseguir o Manual de Cianotipia e Papel Salgado, a tradução, para o português, do Lápis da Natureza (The Pencil of Nature), de William Henry Fox-Talbot, bem como os demais títulos publicados pela Ibis Libris Editora. Basta ir até a Livraria da Travessa, em Lisboa, na Rua da Escola Politécnica nº 46, e fazer o pedido.

A gaúcha Isabella Carnevalle teve seu primeiro contato com a fotografia alternativa em 1998, em São Paulo, onde, com Cris Bierrenbach, explorou o processo Marrom Van Dyke.

Seu interesse pela cianotipia se inicia sob a inspiração dos fotogramas de Anna Atkins.
” Comecei bastante interessada nos fotogramas de plantas, inspirada na Anna Atkins. Eu colhia flores do meu jardim e trabalhava com elas. Buscava transparências, e fui pesquisando tempos de exposições, espessura das pétalas e folhas, coisas assim. Em paralelo também surgiu o interesse pelas pinceladas e como elas influenciavam no resultado, mudando interpretações. Por fim, o tempo de lavagem, quando surgiam novos tons além do azul, que ia esmaecendo, trazendo tons quentes além do azul.

Em breve percorrei novos caminhos na cianotipia. Estou mudando a linguagem. Vou trabalhar com interferências, brincar mais c negativos e fotogramas, juntá-los, unir textos… pesquisas em andamento!”

Isabella também desenvolve um trabalho de arte educadora promovendo periodicamente oficinas para ensinar e mostrar o potencial da cianotipia.

Para ver mais.


Quando se fala em viragem a primeira coisa que se pensa é em uma mudança radical de cor ou tonalidade da imagem.
Nas cópias com base de prata, as viragens feitas com selênio ou ouro, têm dupla função. Além de alterar a tonalidade e a temperatura da imagem servem para protegê-la aumentando sua permanência.
Viragens destinadas somente a alterar a cor da imagem devem ser executadas com extrema atenção quanto aos reagentes usados, a duração de cada etapa e, principalmente, a lavagem final. Qualquer falha ou atalho irá comprometer a permanência da imagem, seja por ataque direto aos sais que a formaram, seja pela simples degradação do suporte.

Como a cianotipia, de todos os processos de impressão fotográfica alternativos, é o que mais se presta para intervenções e a porta de entrada para a maioria dos praticantes da fotografia alternativa, seguem as etapas para uma viragem suave com chá.

Cianotipia original. Superexposta um minuto além do tempo necessário para compensar o rebaixamento.
Rebaixamento com carbonato de sódio.
4 g dissolvidos em 3,5 litros de água para que a reação seja lenta e melhor controlada. Agitação constante. Até atingir esse ponto foram 12 minutos.
Virada.
Assim como no rebaixamento o banho de viragem foi propositalmente deixado bem diluído para maior controle.
2 litros de água + 500 ml de chá preto, fraco + 1 ml de solução de iodeto de potássio (2%)
Tempo banho 120 minutos. Agitação a cada 20 minutos. Lavagem final por 15 minutos com agitação constante e três trocas de água.

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