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Mais material. Mais fórmulas. mais História.
Éduard Baldus pintor e fotógrafo francês de origem prussiana. Um dos pioneiros no uso de negativos compostos para a formação de uma só imagem. O conceito do HDR mais de 150 anos antes de qualquer algorítimo.

Édouard Baldus : cloître Saint Trophime
Claustro de São Trófimo, Arles.
Papel Albuminado a partir de negativo composto por seis calótipos.
Éduard Baldus.
Coleção de Biblioteca Pública de Nova York.
Montage du négatif du cloître Saint Trophime
Por conta dos diferentes valores de luz e da tecnologia da época a imagem composta por seis negativos recortados onde necessário e remontados para formar uma única imagem.
Mais uma variação do processo original de Talbot. A década de 1850 é a década dos negativos de papel e dos fotógrafos franceses.

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Durante mais de dez anos Talbot manteve o direito de patente de seu processo fotográfico da calotipia, também chamado de talbotipia. Isso o levou a processar, sem muito sucesso, vários fotógrafos sob a alegação que as imagens produzidas por eles eram feitas de acordo com o seu processo original. (Na maioria das vezes eram mesmo, mas com pequenas alterações de procedimento, compostos e percentuais.)
A exigência de Tabot de certa maneira atrasou o a popularização de seu processo, porém contribuiu de forma decisiva para que fotógrafos franceses, como Le Gray, desenvolvessem, a partir do processo original, novos métodos para a execução de seus negativos.
Por pressão da Royal Society e de sua mãe, no início da década de 1850, Talbot abre mão de seu direito de patente sobre a calotipia. Um pouco tarde, talvez, pois o negativo de vidro feito com colódio úmido de Archer já estava começando a dominar o mercado.

A Patent Talbotype (Brooks) - Label B
Um dos modelos de carimbo aposto no verso de cada fotografia feita pelos licenciados por Talbot.

Continuando a pesquisa para uma futura publicação falando sobre os negativos de papel, encontrei o site da The Calotype Society Um coletivo de fotógrafos dedicado a criar imagens via calotipia.
O bom dessas pesquisas é que sempre se encontra material para complementar o que já se tem e melhor, perceber novos ângulos do que já se tinha como consolidado. Por exemplo: A descrição pública da calotipia, feita por Talbot, talvez não seja tão precisa como se imaginava para obrigar quem quisesse usar seu processo a pagar pela licença e receber um ou dois detalhes a mais para conseguir fazer suas imagens.
Um aviso: Como a “sociedade” é um coletivo não há garantia de continuidade do site que não é atualizado há uns dois anos. Quem se interessar pelo assunto não deve demorar muito para fazer sua própria pesquisa.

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