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Foi pouco o tempo de exposição, ou foi muito. A química estava contaminada, o fixador vencido. O papel não era o adequado e a alteração da fórmula, que você pensou ser genial, não funcionou, e lá se vai mais uma folha do seu precioso 300g/m2 para o lixo. Certo?

Talvez, pode ser que antes de rasgar a folha você encontre um toco de 6B ou um carvão. Também serve Bic de tampa roída ou até aquarela ressecada. Quem sabe? É melhor  que comprar livro para “adulto” colorir.

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Deveria ser uma cianotipia com a fórmula alterada, mas não funcionou, (ainda). Um fiel 6B e se começa a descobrir que um pouco mais de pressão aqui, uma inclinação diferente ali…

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Para os que estão a procura de bons papeis para fazer suas impressões usando qualquer processo histórico uma boa opção é o Canson Aquarela. Com gramatura de 300g/m2 e possuindo características semelhantes ao Canson Montval, suporta bem o manuseio intenso que alguns processos exigem, além de ter um custo bem menor que o Montval.

O único cuidado que se deve ter é no caso das cianotipias. Esse papel tem reserva alcalina e não deve ser usado sem um preparo prévio para neutralizar essa reserva. Uma banho de cinco minutos em água acidulada a 5% com ácido acético é o quanto basta. Na falta do ácido acético, 4 colheres de sopa de vinagre branco em um litro de água servem como substituto. Depois é só deixar secar ao ambiente.

Por enquanto só encontrei esse papel em blocos A3 e A4, ambos com 12 folhas.

 

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