Em 2006 comecei a pesquisar o que era essa tal de fotografia alternativa. Na época, somente um punhado de pessoas sabia do que se tratava, e um número menor ainda se aventurava em fazer alguma coisa.
Passados 12 anos o panorama mudou bastante. Agora existem grupos mais ou menos organizados que se dedicam a divulgar os processos históricos. Pessoas que entendem que esses conhecimentos não devem ser esquecidos e que realmente têm um trabalho sério, e  outras que “estão na onda”, mas que logo migrarão para o novo “trend” (odeio essa palavra).
A quantidade de interessados cresceu e a oferta de cursos e oficinas, também (Adam Smith é implacável). Porém há que se ter  cuidado para não jogar dinheiro pela janela. Se você quer aprender a primeira coisa é saber quem vai te orientar. Tem história? Mostra o que faz? Estuda? Dá suporte depois?

2006. Meu primeiro papel salgado bem sucedido. (Ainda com as marcações do fotolito)

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Um excelente tutorial do Lab Clube.
Conhecimento é para ser partilhado.

Como harmonizar dois processos fundamentalmente antagônicos de forma controlada. Os resultados podem ser surpreendentes

Cianotipia + van Dyke.  Edson Freitas

Cianotipia + van Dyke. Cláudia Elias

Acabou de chegarmnl

Nicolass Henneman, fotógrafo holandês e assistente de William Henry Fox -Talbot, com uma cópia do The Pencil of Nature, 1844.

Nicolass Henneman holding a copy of The Pencil of Nature, 1844, William Henry Fox Talbot © National Media Museum, Bradford / SSPL. Creative Commons BY-NC-SA

Cianotipia.
Fácil de aprender. Fácil de fazer. Fácil de virar. Fácil de alterar.

Tão fácil que é, quase sempre, o primeiro processo de impressão fotográfica alternativo que se aprende para, depois, partir para os outros.

Porém, mesmo sendo tão fácil, quando estudado ainda revela pequenos detalhes de execução que, combinados com cada tipo de suporte disponível, pode ser a diferença entre mais uma impressão fácil e descartável e um trabalho que mereça uma parede.
O artigo de Christina Z. Anderson, publicado no site alternativephotography.com, mostra até onde o que é “fácil” pode ser refinado.

Cyanotype papers tested

(Fotografia Christina Z. Anderson)

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