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Um dos efeitos da tecnologia digital foi criar a ilusão que fotografia é algo de baixo custo. Nunca foi. Se pensarmos que o principal insumo para a fabricação de filmes e papeis é a prata isso fica bem claro.
Quando só existia o filme, cada disparo tinha que ser muito bem pensado caso contrário, era dinheiro jogado fora.
O interesse renovado nos filmes deu um pouco de fôlego para empresas como a Ferrania, mas o que manda realmente é o mercado. Se isso continuar outros também vão querer sua fatia e, pode ser que os preços caiam um pouco, mas barato não será nunca.
Enquanto isso não acontece ( se é que vai acontecer um dia) o melhor a fazer é aproveitar todas as ferramentas disponíveis, inclusive as digitais.
Essa imagem começou como arquivo digital, depois foi transformada em um negativo de papel encerado e, finalmente, copiada por contato, em papel de emulsão caseira de cloreto de prata.Revelada com D76 e fixada com hipossulfito puro. Ou seja, uma salada. Não é difícil, só exige estudo e um pouco de paciência.

Da fotógrafa e professora de fotografia, Sílvia Neves.
Revistas das décadas de 1970 e 1980, bulas de filmes, livros e anotações de um antigo laboratorista.
Material para um bom tempo de leitura e pesquisa.

Saber a quantidade de cada reagente dessa ou daquela fórmula pode ser o suficiente para a maioria das pessoas, porém se você quiser realmente saber o que acontece e porque acontece vai ter que ir um pouco além.
Os amigos do LAB Clube e a professora de química da UFJF, Bárbara Almeida, começam responder o que você quer saber, mas nunca encontrou a quem perguntar.

Qual a diferença entre o citrato verde o o citrato marrom?

Mais diferenças entre o citrato verde e o marrom.

Acaba de chegar da gráfica o meu Formulário P&B.

Mais de 100 fórmulas para reveladores de filme e papel pb além de fixadores, intensificadores e redutores e fórmulas exóticas com vinho e cerveja.

FOTOGRAFIA ALTERNATIVA: O RESGATE DOS PROCESSOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS NA ERA DA IMAGEM DIGITAL é o título do TCC do amigo Rafael Frota em sua pós-graduação em História da Arte. Fico orgulhoso em ver que o meu Manual de Cianotipia e Papel Salgado, o Fotografia do Séc. XIX: Ambrotipia & Ferrotipia, dos amigos Alex Gimenes e Renan Nakano, e a minha tradução do The Pencil of Nature, de Talbot, puderam contribuir para esse trabalho acadêmico.
VALE A PENA BAIXAR E LER!

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