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Saber a quantidade de cada reagente dessa ou daquela fórmula pode ser o suficiente para a maioria das pessoas, porém se você quiser realmente saber o que acontece e porque acontece vai ter que ir um pouco além.
Os amigos do LAB Clube e a professora de química da UFJF, Bárbara Almeida, começam responder o que você quer saber, mas nunca encontrou a quem perguntar.

Qual a diferença entre o citrato verde o o citrato marrom?

Mais diferenças entre o citrato verde e o marrom.

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Impressiona como em pouco mais de vinte anos todo um conhecimento, acumulado ao longo de mais de um século, é esquecido.

E impressiona, mais ainda, é que com toda a facilidade de se encontrar sites com descrições precisas dos processos, toneladas de fórmulas e explicações sobre cada um de seus compostos e qual sua função, praticamente ninguém se dá ao trabalho de pesquisar e estudar.

Quer aprender ou reaprender como funciona a fotografia tradicional ou conhecer algum processo histórico? Vá estudar!

Ainda tem dúvidas? Pergunte, mas, por favor, não pergunte o óbvio. Pense antes e não use a cabeça só para separar as orelhas.

Aprender um processo fotográfico histórico ou alternativo não se resume em participar de uma oficina e conhecer o beabá.
Sempre existirá aquela informação que vai ser a diferença entre uma impressão bonitinha e um trabalho excelente.

LAB UV BOX: Presente do Lab Clube para não depender mais do sol. Mesa de Luz Portátil elaborada para processos fotográficos alternativos com LED’s UV.

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Já faz algum tempo que não me dedico a produzir alguma série de impressões, e isso não é bom. Por mais que se saiba, a execução repetida de qualquer processo é necessária para que não se “perca a mão”, e nem se desacostume os olhos daquela mínima mudança de tonalidade que vai significar a diferença entre uma excelente impressão e outra que é só boa.

Então, enquanto aguardo as últimas etapas para o lançamento da minha tradução do The Pencil of Nature, e pedindo as bençãos de Sant’Anna Atkins, inicio a série BOTÂNICA. Cianotipias com previsão inicial de 15 imagens e tiragem de 5 cópias cada, mais uma P.A.
Abaixo, a primeira. Uma palmeira-azul (Bismarckia nobilis), fotografada nos jardins do Palácio do Catete, Rio de Janeiro. Das cinco cópias feitas, uma já foi.

Detalhes e como comprar, aqui.



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