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Durante mais de dez anos Talbot manteve o direito de patente de seu processo fotográfico da calotipia, também chamado de talbotipia. Isso o levou a processar, sem muito sucesso, vários fotógrafos sob a alegação que as imagens produzidas por eles eram feitas de acordo com o seu processo original. (Na maioria das vezes eram mesmo, mas com pequenas alterações de procedimento, compostos e percentuais.)
A exigência de Tabot de certa maneira atrasou o a popularização de seu processo, porém contribuiu de forma decisiva para que fotógrafos franceses, como Le Gray, desenvolvessem, a partir do processo original, novos métodos para a execução de seus negativos.
Por pressão da Royal Society e de sua mãe, no início da década de 1850, Talbot abre mão de seu direito de patente sobre a calotipia. Um pouco tarde, talvez, pois o negativo de vidro feito com colódio úmido de Archer já estava começando a dominar o mercado.

A Patent Talbotype (Brooks) - Label B
Um dos modelos de carimbo aposto no verso de cada fotografia feita pelos licenciados por Talbot.
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“POÉTICAS DE SÃO PAULO, CONSTRUINDO NOVAS MEMÓRIAS ATRAVÉS DE VELHOS SABERES”

Alex Gimenes e Renan Nakano apresentam através da técnica fotográfica do Século XIX, descoberta na Inglaterra em meados de 1851, pelo inglês Frederick Scott Archer, fotografias em Placa Úmida de Colódio [Wet Plate Collodion], um dos mais importantes processos de produção de imagem, que dominou a produção fotográfica, na Europa e nas Américas, entre 1851 e 1880. Desde de 2015, Alex e Renan idealizaram o projeto “O Retratista”, que tem como objetivo o resgate e compartilhamento dos modos de fazer imagem, os processos históricos e alternativos do século XIX, resultando em 2018 no lançamento do primeiro livro, em português, sobre o processo de Colódio, “Fotografia do Séc. XIX Ambrotipia e Ferrotipia” escrito em coautoria.

Alex Gimenes e Renan Nakano

Poéticas de São Paulo: Construindo Novas Memórias Através de Velhos Saberes, com a Curadoria de João Kulcsár, foi realizado com Apoio à Criação e Exposição Fotográfica – 1ª Edição (Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura). A exposição dispõe de  recursos de acessibilidade através de QR code e apresentará os negativos de vidro originais de cada imagem produzida pelos fotógrafos Alex e Renan.

Militão, Augusto de Azevedo
Paredão do Piques, 1862. Negativo de Vidro.
Acervo do Museu da Cidade de São Paulo

Alex Gimenes e Renan Nakano
Paredão do Piques, 2019. Atual Largo da Memória
Negativo de Vidro / Colódio Úmido

ABERTURA: SÁBADO, 15/06/2019 às 15h
Local: Centro Cultural São Paulo – Piso Flávio de Carvalho.
Endereço: Rua Vergueiro 1000 – Paraíso São Paulo – SP CEP 01504-000
Informações: 3397 4002  / http://centrocultural.pagina-oficial.ws/site/
Entrada franca. Livre para todos os públicos.

Visitação: Terça a sexta-feira, das 10h às 20h  // Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.
Agendamento de grupos: visitasccsp@prefeitura.sp.gov.br

PALESTRA COM OS FOTÓGRAFOS E VISITA MEDIADA
Processo Criativo: SÁBADO, 29/06/2019 às 14h (acessível em Libras)
Local: Centro Cultural São Paulo – Piso Flávio de Carvalho
Entrada franca (Sujeita a lotação do espaço reservado)
Reserve sua participação: renan@diafragma8.com.br ou Eventbrit: Palestra: Poéticas de São Paulo [Alex Gimenes e Renan Nakano]

Impressiona como em pouco mais de vinte anos todo um conhecimento, acumulado ao longo de mais de um século, é esquecido.

E impressiona, mais ainda, é que com toda a facilidade de se encontrar sites com descrições precisas dos processos, toneladas de fórmulas e explicações sobre cada um de seus compostos e qual sua função, praticamente ninguém se dá ao trabalho de pesquisar e estudar.

Quer aprender ou reaprender como funciona a fotografia tradicional ou conhecer algum processo histórico? Vá estudar!

Ainda tem dúvidas? Pergunte, mas, por favor, não pergunte o óbvio. Pense antes e não use a cabeça só para separar as orelhas.

Mais um livro, em português, abordando processos fotográficos históricos.

Alex Gimenes e Renan Nakano acabam de publicar, pela editora Diafragma 8, o livro Fotografia do Séc XIX:  Ambrotipia e Ferrotipia.

Uma excelente notícia para quem quer conhecer um pouco mais da história da fotografia e, quem sabe, se aventurar a fazer imagens únicas.

Puxando um pouca a brasa. O prefácio é meu.

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto

A carência de textos técnicos sobre fotografia no Brasil é inegável. Sobre fotgrafia alternativa então, é melhor nem falar.
Porém, o cenário parece começar a mudar. Além do crescente número de praticantes de processos fotográficos alternativos, algumas iniciativas para a propagação desses conhecimentos começam a surgir.
A mais recente vem de São Paulo e tem como responsáveis Alex Gimenes e Renan Nakano, que, em breve estarão lançando  “Fotografia do sec. XIX – Ambrotipia & Ferrotipia”.
Por tudo que os dois têm mostrado de seus trabalhos com esses processos, o livro promete ser uma excelente aquisição para a biblioteca de de qualquer um que deseje estudar, entender e praticar qualquer processo fotográfico alternativo.

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