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Negativos de papel já foram dominantes na fotografia por conta do processo da calotipia, criado por Talbot.

Atualmente com a dificuldade cada vez maior de se conseguir filmes fotográficos para câmeras de grande formato, ou se for um arquivo digital, encontrar uma gráfica que ainda faça fotolitos, os negativos de papel podem voltar a ser uma opção. (Trabalhosa, admito, mas viável)
O grande problema com esses negativos é a textura do papel que, dependendo da gramatura, pode ser percebida nas cópias positivas.

Esse efeito pode ser atenuado encerando o papel que vai ser utilizado para o negativo, antes de se fazer a foto (Le Gray) ou depois do negativo pronto (Talbot). Isso torna o papel translúcido facilitando a transmissão da luz e diminuindo os tempos para se obter a cópia e minimiza o efeito da textura do papel na imagem final. Esse expediente sempre foi feito de forma individual por cada fotógrafo, com cera de abelha e qualquer tipo de óleo que se estivesse disponível.

 Porém na história da fotografia existe George Eastman que, como bom empreendedor, engarrafou e vendeu. O nome do produto era TRANSLUCINE. Consegui descobrir que era uma mistura de glicerina e óleo de rícino, porém como e em quais proporções, ainda resta encontrar.

Página do catálogo da The Eastman Dry Plate and Film Company – 1886.
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