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Para quem tem duas mãos esquerdas e não faz a menor ideia de como se constrói, uma grande ajuda do O Retratista Alex Renan.
Câmeras estenopeicas (Pinhole) para filme 35mm.
Standard ou panorâmica. E escolha é sua.

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LAB UV BOX: Presente do Lab Clube para não depender mais do sol. Mesa de Luz Portátil elaborada para processos fotográficos alternativos com LED’s UV.

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Já faz algum tempo que não me dedico a produzir alguma série de impressões, e isso não é bom. Por mais que se saiba, a execução repetida de qualquer processo é necessária para que não se “perca a mão”, e nem se desacostume os olhos daquela mínima mudança de tonalidade que vai significar a diferença entre uma excelente impressão e outra que é só boa.

Então, enquanto aguardo as últimas etapas para o lançamento da minha tradução do The Pencil of Nature, e pedindo as bençãos de Sant’Anna Atkins, inicio a série BOTÂNICA. Cianotipias com previsão inicial de 15 imagens e tiragem de 5 cópias cada, mais uma P.A.
Abaixo, a primeira. Uma palmeira-azul (Bismarckia nobilis), fotografada nos jardins do Palácio do Catete, Rio de Janeiro. Das cinco cópias feitas, uma já foi.

Detalhes e como comprar, aqui.



Se já falei antes, repito. 
Estudar, pesquisar e praticar os processos fotográficos históricos ou alternativos é um bom vício. E por conta desse vício sempre estão reservadas algumas surpresas.

Na semana passada, retomei a pesquisa e procura de material de época para um livro sobre calotipia e negativos de papel e acabei por encontrar um texto escrito em português. O primeiro que vejo desde 2006, quando comecei a estudar os processos fotográficos do século retrasado.

Apesar de não me servir para o futuro livro, vale ser mostrado por sua peculiaridade e pelo fato de ser escrito em português em uma época que a produção de livros e textos sobre fotografia era quase um monopólio franco-britânico.

De autoria de José Maria de Oliveira Simões, o Apontamentos para um curso de Photographia foi publicado em Lisboa, em 1893, pela Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha.

Porém, o que realmente chama a atenção é o fato de que suas 256 páginas foram manuscritas e posteriormente litogravadas para publicação. 

Mais um detalhe, que quem acompanha este blog já deve saber. Sempre que possível vai alguma informação histórica a mais. O livro é dedicado “A sua Altesa (sic)  o Senhor Infante D. Affonso”, príncipe real português, Duque do Porto e irmão do penúltio rei de Portugal, Carlos I, que foi assassinado juntamente com o príncipe herdeiro, em 1908,  por integrantes do movimento republicano.

Em Viseu, Portugal, uma oficina de cianotipia que usou este blog como referência. Feliz por saber que o trabalho não é em vão.

O Workshop de Cianotipia foi dinamizado em parceria com o Instituto Português do Desporto e da Juventude de Viseu e contou com a presença de cerca de 30 participantes. A Cianotipia é um processo simples e bastante versátil, quase sempre tratado como mera curiosidade e que tem na escala de azul sua principal e distinta […]
(não localizado o crédito do autor da foto)

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