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Além dos diversos óleos que podem ser usados para tornar um negativo de papel translúcido, historicamente, a cera sempre foi a substância preferida para tal.
Seja a cera de abelha, seja a parafina das velas, sua aplicação é um pouco mais trabalhosa do que simplesmente esfregar um algodão com óleo, porém o resultado final é bem melhor pois não “seca” com o passar do tempo e não existe o risco de passar algum excesso de óleo para o papel da impressão.

Negativo em papel sulfite. Impressora LASER
Verso da folha
Folha A3. Para recobrir toda a área são necessárias duas velas comuns.
Ferro de passar na temperatura máxima sobre 4 folhas de jornal. Menos do que isso deixa rstos de cera no ferro. Se o número de folhas for maior, demora muito. (Só percebi a ajuda do guru do sexo depois.)
Inicio da aplicação.
Toda a área recoberta.
Negativo pronto para uso.
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É bom aplaudir quem se aventura e mostra a cara.
Cianotipia, van dyke, fotogravuras, colagens. Tudo combinado e recombinado. As possibilidades são infinitas.
Para ver mais:  www.wasemag.com/essays/rafael-frota

Opus XXXIV

Um presente do LAFA – Laboratório de Fotografia Alternativa, de Brasília

Mais um texto, em português, abordando um processo de impressão fotográfica alternativo.

O Manual Prático de Antotipia, por Aurora Nármada Sugasti,  está disponível para download aqui.

Nenhum texto alternativo automático disponível.

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