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Hoje não tem processo, fórmula ou técnica, mas tem história.
O documento firmado entre o Governo Francês, Daguerre e Joseph Isidore Niépce, filho e sucessor do sócio original de Daguerre, Nicéphore Niépce, para a cessão do processo da deguerreotipia.
Daguerre passa a receber uma pensão de 10.000 francos, enquanto Niépce, filho, fica com 4.000. (Art. 6)

 

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Em 28/08/2010,  publiquei um post com o título  Papel Fotográfico Caseiro onde se mostrava como fazer uma emulsão simples de gelatina de prata (cloreto) para fazer papeis fotográficos pb.
A “receita” e o processo eram, e são, bem simples. Porém com muito espaço para experimentação e aperfeiçoamento.
Diferentemente dos produtos industriais onde a padronização é a regra imposta por conta dos custos de produção envolvidos, fazer um papel fotográfico de forma artesanal permite um grande número de variações, podendo cada praticante chegar até a ter a sua fórmula e processo pessoal.
Assim, segue outra formulação e suas etapas de elaboração.

Dissolver 6 g de gelatina em 90ml de água.

(A gelatina utilizada não foi aquela normalmente encontrada no comércio em sachets individuais. É mais fina e foi adquirida a granel em loja de temperos, condimentos, etc..)

Adicionar 2 g de cloreto de sódio e quando totalmente dissolvido, adicionar 1 ml de uma solução a 2% de iodeto de potássio.

COM LUZ DE SEGURANÇA, adicionar 10 ml de solução composta 10 ml de nitrato de prata a 15% e 2 g de ácido cítrico.

(A presença do iodeto torna a emulsão mais sensível, portanto a luz de segurança é realmente necessária.)

Banho-Maria por 30 minutos a uma temperatura entre 60 e 65ºC.

(A temperatura e o tempo são maiores do que aqueles indicados na primeira postagem. Isso, além de acelerar a formação dos haletos de prata aumentará sua sensibilidade à luz.)

Gelatina de prata – cloro/ iodeto

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