Processos históricos ou alternativos de impressão fotográfica quase sempre envolvem um estágio de manipulação intensa do papel molhado. A recomendação é de que sempre se use papeis com gramaturas altas para que se evite perder a impressão por conta de rasgos ou do simples desmanche do papel.
Isso reduz bastante a gama de papeis que podem ser utilizados, além de elevar o custo geral com os erros que quase sempre acontecem. Por mais que se tenha controle sobre o processo, “Murphy” não perdoa. Fazer testes com papeis caros, a menos que se tenha uma árvore de dinheiro no quintal, não é uma boa idéia.

Testes podem ser feitos em papeis de gramatura mais leve e de menor custo. As observações obtidas desses “ensaios” vão ajudar a controlar um pouco mais uma exposição feita com o papel mais caro. Abaixo um teste feito com papel linho 180g. A diferença de custo é muito grande para não ser levada em conta. R$ 0,32 por folha contra R$ 3,38 por folha de Canson Montval (Casa do Artista).

O único grande desfio é trabalhar com um pouco mais de cuidado na fase molhada do processo.

Teste com papel linho 180g

Teste com papel linho 180g

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