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Ainda com a mesma água colhida anteriormente.

Erros devem ser divididos para que todos possam evitá-los. A aplicação do nitrato de prata não foi uniforme e a faixa da esquerda, que recebeu a pincelada inicial, concentrou mais nitrato que o resto do papel. Daí a diferença notada.
Uma forma de evitar que isso ocorra é, logo após a aplicação, inclinar o papel um pouco contra alguma fonte de luz ( pode ser uma lâmpada qualquer. Apesar de emitirem UV, as atuais lâmpadas domésticas podem ser usadas desde que rapidamente ) e examinar se o papel apresenta reflexo ( brilho) uniforme. Se isso não ocorrer é só aplicar o nitrato sobre a área alongando bem, e em todas as direções, as pinceladas.

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A água salgada ocupa aproximadamente 70% da superfície do planeta.
O processo de impressão via papel salgado usa água e cloreto de sódio, ou seja: Água salgada.
Então, por que não experimentar?

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Com uma concentração média de 35 g de sais por litro, além dos óbvios íons de Na+ e Cl-, ainda vêm no pacote Mg++, Ca+ e K+, dentre outros. Ou seja uma concentração salina bem acima do que usualmente encontramos nas “receitas” disponíveis.

A água foi coletada no mar de Rio das Ostras, RJ. Fervida por por cinco minutos para eliminar plânctons e outros micro organismos, decantada por 24 horas e depois filtrada com papel de coador de café. O resto do processo seguiu os passos usuais.

O resultado foi uma imagem um pouco mais quente e com tons castanho-avermelhados mais pronunciados.

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